
Acabei de assistir pela 3a. vez o drama "Brokeback Mountain". Nas duas primeiras vezes que o vi, ambas no cinema, gostei muito da direção imposta por Ang Lee. Quase sem nenhuma fala nos primeiros minutos, o filme assume um caráter minimalista e seus personagens através de gestos vão se conhecendo e se arriscando um ao -para o- outro estabelecendo uma tensão sexual inequívoca. O resto da história todos já sabem.
O que me surpreendeu desta vez fora a pancada que levei ao assistir pela terceira vez esse grande filme. Quando o filme teve fim segurei o choro em razão daquelas criaturas tão sofridas e tão comuns em um mundo machista e manequeísta. Estas escondidas em vestiários de futebol, dentro de um quartel militar, em uma fronteira entre países e tantos outros "quaisquer" cantos do mundo. Não é apenas uma história de amor com relacionamente homossexual ou um drama gay sobre cowboys. É mais que isso; é sobre a própria existência e toda sua complexidade. Sobre leis criadas por seres humanos que não entendem um pingo sequer de sua própria raça. Sobre uma resposta que não faz jus a pergunta, que é limitada demais para ser respondida.
E também pelo fato de sentir uma dor parecida de Ennis Del Mar ao segurar a camisa de Jack Twist dizendo "I swear", interpretado por um ator que teria um mundo pela frente, e assim como por quem o chora, e promete, morre cedo demais, não sendo capaz de ver tudo o que plantou.
O que me surpreendeu desta vez fora a pancada que levei ao assistir pela terceira vez esse grande filme. Quando o filme teve fim segurei o choro em razão daquelas criaturas tão sofridas e tão comuns em um mundo machista e manequeísta. Estas escondidas em vestiários de futebol, dentro de um quartel militar, em uma fronteira entre países e tantos outros "quaisquer" cantos do mundo. Não é apenas uma história de amor com relacionamente homossexual ou um drama gay sobre cowboys. É mais que isso; é sobre a própria existência e toda sua complexidade. Sobre leis criadas por seres humanos que não entendem um pingo sequer de sua própria raça. Sobre uma resposta que não faz jus a pergunta, que é limitada demais para ser respondida.
E também pelo fato de sentir uma dor parecida de Ennis Del Mar ao segurar a camisa de Jack Twist dizendo "I swear", interpretado por um ator que teria um mundo pela frente, e assim como por quem o chora, e promete, morre cedo demais, não sendo capaz de ver tudo o que plantou.
O que será que será Que andam suspirando Pelas alcovas? Que andam sussurrando Em versos e trovas? Que andam combinando No breu das tocas? Que anda nas cabeças? Anda nas bocas? Que andam acendendo Velas nos becos? Estão falando alto Pelos botecos E gritam nos mercados Que com certeza Está na natureza Será, que será? O que não tem certeza Nem nunca terá! O que não tem concerto Nem nunca terá! O que não tem tamanho... O que será? Que Será? Que vive nas idéias Desses amantes Que cantam os poetas Mais delirantes Que juram os profetas Embriagados Está na romaria Dos mutilados Está nas fantasias Dos infelizes Está no dia a dia Das meretrizes No plano dos bandidos Dos desvalidos Em todos os sentidos Será, que será? O que não tem decência Nem nunca terá! O que não tem censura Nem nunca terá! O que não faz sentido... O que será? Que será? Que todos os avisos Não vão evitar Porque todos os risos Vão desafiar Porque todos os sinos Irão repicar Porque todos os hinos Irão consagrar E todos os meninos Vão desembestar E todos os destinos Irão se encontrar E mesmo padre eterno Que nunca foi lá Olhando aquele inferno Vai abençoar! O que não tem governo Nem nunca terá! O que não tem vergonha Nem nunca terá! O que não tem juízo.
Um comentário:
=)
É, ver esse filme depois do Heath Ledger ter partido deve ser bem diferente. Se o filme já era triste por si só...
Postar um comentário